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Agustin Fernandez defende Bolsonaro de críticas e revela que o vê como um pai


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Agustin Fernandez defende Bolsonaro de críticas e revela que o vê como um pai
Bolsonaro e Agustin Fernandez. Reprodução: Google

O maquiador profissional Agustin Fernandez fez uma publicação em suas redes sociais destacando aspectos positivos do presidente Jair Bolsonaro. A iniciativa surgiu após o chefe de Estado sofrer uma série de críticas por causa da renúncia do ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro.

"Confesso que, os dias não tem sido fáceis ultimamente. Só eu sei o que vivi em 2018, ao ponto de ficar fora do Brasil durante por quase 5 meses pois recebia ameaças de morte por apoiar Jair Messias Bolsonaro", afirmou o maquiador.

"Um homem do bem, que a partir daquele dia me adotou, como um filho... mesmo com fama de homofóbico. Logo eu, né? Um gay, afeminado, que se veste de mulher", completou.

Agustin Fernandez faz parte da comunidade LGBT, mas durante o ano de 2018, ao manifestar apoio ao então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, sofreu muitas críticas, uma vez que grande parte do movimento homossexual no país acusa do presidente de ser "homofóbico".

Agustin revelou que não apenas mantém uma boa convivência com Bolsonaro, como desfruta de momentos em clima de ambiente familiar, estando muito próximo ao presidente e a sua esposa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

"Seu Jair Messias Bolsonaro, já fez o nó da minha gravata, da pra acreditar? Pois é verdade", revelou o maquiador.

Críticas de Moro


Na sexta-feira, ao anunciar a sua demissão do Ministério da Segurança Pública e Justiça, o então ministro Sérgio Moro fez graves acusações contra o presidente Bolsonaro, chegando a dizer que o mesmo estaria tentando interferir na Polícia Federal.

Bolsonaro negou as acusações do ex-ministro em uma declaração feita em rede nacional. O presidente explicou que não interferiu na condução da PF, mas que apenas fez cobranças para que se investigasse casos envolvendo o seu nome, como a tentativa de assassinato que sofreu em 2018, em Juiz de Fora, durante a campanha eleitoral.

O presidente também alegou que Moro teria condicionado o seu apoio sobre a saída do diretor-geral da PF, Maurício Aleixo, à sua indicação ao Supremo Tribunal Federal.

Para tentar provar que não teve essa intenção, Moro revelou o print de uma conversa que teve com a deputada federal Carla Zambelli, de quem foi padrinho de casamento em 14 de fevereiro desse ano.

Zambelli, por sua vez, teria dito que ajudaria Moro a ser indicado para o STF, caso o ministro decidisse permanecer no cargo, o que ele negou. A deputada explicou que não teve a intenção de fazer negociatas com a situação, mas apenas ajudar o país.

"Vazar pro Jornal Nacional como se fosse algo ilícito, como se eu tivesse feito uma coisa ilícita. Achei extremamente maligno. Não gostei do que ele fez", declarou a parlamentar. "Eu não sou ninguém para prometer uma vaga no STF. O que eu quis dizer é que poderia ajudar. Tentar falar com Bolsonaro".
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