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Hábitos de higiene se tornam a principal ferramenta de combate ao coronavírus


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Enfrentar a pandemia do novo coronavírus é um grande desafio para qualquer país, mas ele não pode ser enfrentado sem à adoção de noções básicas de higiene, segundo o Ministério da Saúde.

Hábitos como lavar sempre as mãos e não tossir ou espirrar em ambientes fechados sem um mínimo de bloqueio, por exemplo, são atitudes simples, mas de grande importância em uma luta que tem como objetivo principal evitar a propagação de um vírus.

Felizmente, essa é uma noção que tem sido bem adotada pelos brasileiros, segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde.

"A primeira edição da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico COVID-19 (Vigitel) do Ministério da Saúde revelou que as práticas de higiene recomendadas para a prevenção do coronavírus (COVID-19) são seguidas por 82,7% da população", diz a pasta.

"Assim, 8 em cada 10 brasileiros afirmaram ter adotado o hábito de lavar as mãos regularmente com água e sabão ou higienizá-la com álcool, bem como a limpeza de superfícies e objetos. O maior percentual foi entre as mulheres (87,3%) quando comparadas aos homens (77,7%)", destacou o Ministério.

O governo investe em equipamentos de proteção e na ampliação da capacidade do sistema de saúde de acolher e tratar os infectados pela Covid-19, mas a maior parte da responsabilidade pelo enfrentamento da pandemia está com a população, através dos cuidados básicos de higiene.

O Brasil parece estar passando com louvor por esse teste.
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