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Moro: não há justificativa para “soltura generalizada” de presos por causa do Covid


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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou esta semana que não concorda com a solicitação de soltura dos presos que pertencem ao chamado "grupo de risco" do coronavírus, proposta essa feita por alguns políticos da oposição.

“Não existe nenhum óbice da parte do Ministério de que solturas pontuais sejam realizadas, relacionadas a presos que estavam em regime de semiliberdade e grupos de risco", afirmou o ministro, defendendo que a libertação dos presos geraria outro problema para a sociedade, o da segurança.

"O que se tem que tomar certo cuidado é com soltura de presos que possam oferecer risco à população como, por exemplo, membros do crime organizado. Tudo o que não precisamos é aliar a uma epidemia na saúde, os problemas da economia com uma crise da segurança”, afirmou Moro.

Por outro lado, o Ministério da Justiça suspendeu as visitas no Sistema Penitenciário Federal e recomendou aos estados a mesma medida, como forma de evitar o contágio com o coronavírus nas unidades carcerárias do país.


Força Nacional de Segurança


Moro destacou ainda que a Força Nacional de Segurança Pública irá atuar na escolta dos insumos de saúde transportados pelo país, a fim de abastecer os hospitais e unidades de saúde que lidam com a pandemia. O objetivo é proteger as cargas, uma vez que já existe o registro roubo desses materiais.

“Foi uma medida oportuna e necessária para deixar a Força Nacional preparada para uma intervenção caso seja necessária”, disse o ministro, segundo o portal do Ministério. “Por exemplo, no transporte de cargas de medicamentos, facilitando a condução pelas nossas estradas, além de eliminar eventuais riscos para essas cargas que são valiosas”, concluiu.
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