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Motoristas de aplicativo entram na lista de beneficiários do auxílio emergencial


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A preocupação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus se estendeu, na forma financeira, também para os motoristas de aplicativo, taxistas e outros trabalhadores até então não contemplados pelo auxílio emergencial de R$ 600,00.

A inclusão desses profissionais foi possível após a decisão da Câmara e do Senado Federal de estenderem o alcance do benefício. Também foram inclusos na lista mães adolescentes e homens que cuidam sozinhos dos seus filhos.

Antes, apenas mulheres chefes de casa, sozinhas com seus filhos, podiam receber até R$ 1.200,00 de auxílio emergencial. Agora, os homens nas mesmas condições também serão beneficiados.

Técnicos agrícolas, membros de comunidades quilombolas, cabeleireiros e outros também poderão receber o auxílio emergencial. O objetivo da proposta é alcançar o maior número possível da população afetada pela quarentena imposta pela Covid-19.

Veja abaixo as categorias incluídas na lista dos beneficiários, segundo informações da Agência Câmara:

as mães adolescentes;
as pessoas de todas as etnias que exerçam profissão regulamentada por lei específica, desde que estejam devidamente inscritos no respectivo conselho profissional;
os pescadores profissionais artesanais e os aquicultores;
os agricultores familiares; os arrendatários, os extrativistas, os silvicultores, os beneficiários dos programas de crédito fundiário, os assentados da reforma agrária;
os quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais;
os técnicos agrícolas;
os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles os autores e artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluídos os intérpretes, os executantes e os técnicos em espetáculos de diversões;
os cooperados ou associados de cooperativa ou associação de catadores e catadoras de materiais recicláveis;
os cooperados ou associados de cooperativa ou associação;
os taxistas e os mototaxistas; os motoristas de aplicativo; os motoristas de transporte escolar; os trabalhadores do transporte de passageiros regular; os microempresários de vans e ônibus escolares; os caminhoneiros;
os entregadores de aplicativo;
os diaristas;
os agentes de turismo e os guias de turismo;
os seringueiros;
os mineiros; os garimpeiros, definidos como aqueles que, individualmente ou de forma associativa, atuem diretamente no processo de extração de substâncias minerais garimpáveis;
os ministros de confissão religiosa e profissionais assemelhados;
os profissionais autônomos da educação física;
os trabalhadores do esporte, entre eles os atletas, os paratletas, os técnicos, os preparadores físicos, os fisioterapeutas, os nutricionistas, os psicólogos, os árbitros e os auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, incluídos os trabalhadores envolvidos na realização das competições;
os barraqueiros de praia, os ambulantes, os feirantes, os camelôs e as baianas de acarajé; os ambulantes que comercializem alimentos;
os garçons;
os marisqueiros e os catadores de caranguejos;
os artesãos; os expositores em feira de artesanato;
os cuidadores; as babás;
os manicures e os pedicures, os cabeleireiros, os barbeiros, os esteticistas, os depiladores, os maquiadores e os demais profissionais da beleza reconhecidos pela Lei nº 12.592, de 18 de janeiro de 2012;
os empreendedores individuais das categorias de beleza, cosméticos, terapias complementares, arte-educação e de atividades similares;
os empreendedores independentes das vendas diretas;
os vendedores de marketing multinível e os vendedores porta a porta;
os sócios de pessoas jurídicas inativas, dispensada a apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis);
os produtores em regime de economia solidária, assim considerados os membros diretamente envolvidos na consecução do objetivo social de organizações coletivas de caráter associativo e suprafamiliares que realizem atividades econômicas permanentes, exceto as relativas à intermediação de mão de obra subordinada, e cujos participantes sejam trabalhadores do meio urbano ou rural que exerçam democraticamente a gestão das atividades e a alocação dos resultados;
os professores contratados que estejam sem receber salário
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