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Doria contraria evidências e critica o uso da cloroquina: "Não é uma bala de prata"


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Doria contraria evidências e critica o uso da cloroquina: "Não é uma bala de prata"

O governador de São Paulo, João Doria, parece estar em uma campanha pessoal contra o uso da cloroquina no tratamento dos pacientes vítimas do novo coronavírus, demonstrando ignorância no tocante às evidências positivas sobre o emprego do medicamento para essa finalidade.

“Hoje já tem quantidade importante de estudos publicados, em revistas conceituadas, que mostram claramente que a cloroquina não é uma bala de prata", afirmou o governador em coletiva na segunda-feira (18).

Doria parece fazer questão de enfatizar exclusivamente os riscos colaterais da medicação: "Ela pode ser útil em situações muito específicas, mas não tem efeito generalizado. Mas ela tem riscos que precisam ser informados ao paciente”, disse ele.


Doria está errado


Se por um lado o governador tucano prefere utilizar jargões políticos para justificar a sua birra pessoal contra a cloroquina, nós podemos citar, por exemplo, o maior estudo já realizado até o momento sobre o uso da medicação, o qual contraria o pensamento de Doria.

O estudo diz que a cloroquina "é segura" e aponta cura de 98,7% dos pacientes. "A administração da combinação HCQ + AZ antes da ocorrência de complicações com COVID-19 é segura e associada a uma taxa de mortalidade muito baixa nos pacientes", conclui a pesquisa, segundo o Opinião Crítica.

O estudo foi publicado no dia 05 de maio no ScienceDirect, um dos maiores diretórios científicos do mundo! Corroborando com esses resultados, a diretora-geral de Saúde de Portugal também afirmou:

"A decisão de utilizar [a cloroquina] é uma decisão médica e sabemos, através do Infarmed, que até à data em Portugal não foram reportadas reações adversas no âmbito do sistema de fármaco vigilância”, disse Graça Freitas, segundo o Sapo.

A declaração de Graça confirma que Portugal, que já vem aplicando a cloroquina no tratamento do coronavírus, tem tido sucesso em sua abordagem. Observe que estamos falando de um país e não de um hospital, apenas.

Diante do aumento dos infectados e mortos pelo coronavírus em São Paulo, será que João Doria vai continuar insistindo em seu erro?
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