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Alvo da PF por decisão de Moraes, Hang desabafa: "Temos que poder usar nossa voz"


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Alvo da PF por decisão de Moraes, Hang desabafa: "Temos que poder usar nossa voz"

Um dos alvos da operação desencadeada hoje pela Polícia Federal, após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan.

Hang teve seus aparelhos eletrônicos, computador e celular, levados pela PF para a realização de perícia. O empresário se manifestou nas redes sociais criticando a decisão de Moraes, defendendo a necessidade de que a liberdade de expressão seja mantida.

"Temos que poder usar nossa voz, a liberdade de expressão e de pensamento. As pessoas, do outro lado, podem escolher entre uma versão e outra dos fatos. Temos os fatos e várias versões. Sempre tento levar aos brasileiros o meu pensamento, a minha versão dos fatos", disse Hang.

Na decisão de Moraes, fruto do inquérito nº 4.781, conhecido como o inquérito das "fake news", chamou atenção o fato de apenas apoiadores do presidente Jair Bolsonaro terem sido alvos da operação, causando a impressão de que a ordem pelas buscas e apreensões teria se dado por motivação política.

Foram alvos da PF, além de Luciano Hang, Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Daniel Lúcio da Silveira (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Junio do Amaral (PSL-MG), Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP), além dos deputados estaduais Douglas Garcia (PSL-SP) e Gil Diniz (PSL-SP).

O deputado federal e jornalista Paulo Eduardo Martins comentou a decisão de Moraes em sua rede social:

"O inquérito conduzido pelo Alexandre de Moraes é inconstitucional, é  absurdo. Minha solidariedade ao @allantercalivre, ao @luciano_hang e a todos que tem os seus direitos violados. O STF existe para proteger a CF, não para rasgá-la", escreveu.
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