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Manifestantes que fizeram "tiro ao alvo" contra adversários continuam em Brasília


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Na imagem, a ativista Sara Wintter, uma das organizadoras da manifestação. Reprodução: Google
Manifestantes pró-Bolsonaro que chegaram a fazer "tiro ao alvo" contra adversários em Brasília receberam uma boa notícia esta semana, após o Ministério Público do Distrito Federal solicitar a proibição dos atos na Capital Federal.

A Justiça do Distrito Federal negou na quinta-feira (15) os pedidos do Ministério Público para desmontar o acampamento que apoia o presidente Jair Bolsonaro intitulado “Os 300 do Brasil”. Eles estão reunidos na Esplanada dos Ministérios há vários dias.

A 7ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal também negou a solicitação para que manifestações do grupo sejam proibidas e que os seus participantes passem por uma revista em busca de armas de fogo.

“Esse juízo não tem competência para determinar medidas de natureza criminal, como busca e apreensão, revista de pessoal, apreensão de armas de fogo e, com isso, condução do infrator para Delegacia de Polícia para lavrar o flagrante delito, peça inicial de inquérito policial”, decidiu o juiz Paulo Afonso Cavichioli Carmona.

Na decisão, o magistrado entendeu que desmobilizar o acampamento seria sacrificar a liberdade de reunião.

“Não é o momento (ainda) de sacrificar totalmente a liberdade de reunião e manifestação no espaço público, mas, sim, de impor limitações ao seu pleno exercício, tendo em vista a necessidade de afastamento social em razão da pandemia da covid-19”, disse Carmona.

O Ministério Público do Distrito Federal vai recorrer da decisão judicial. Com informações: Poder360.
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