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Também vão aplicar a Lei contra quem depreda o patrimônio e joga pedras na Polícia?


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Também vão aplicar a Lei contra quem depreda o patrimônio e joga pedras na Polícia?

A prisão da ativista Sara Winter na manhã desta segunda-feira (15) emite um sinal de alerta para todos no Brasil, e isto por vários motivos, visto que, aparentemente, o país atravessa um período de total instabilidade democrática, onde um dos lados na batalha entre governo e oposição está sendo prejudicado por esse desequilíbrio.

Não compactuamos ou legitimamos qualquer tipo de manifestação que não seja a pacífica, uma vez que a liberdade de manifestação garantida pela Constituição Federal estabelece esse limite de forma clara, não permitindo atos violentos contra pessoas, grupos ou instituições.

Todavia, se a Lei é para todos, por que apenas Sara Winter foi presa sob à acusação de manifestação "antidemocrática" e/ou ameaça aos poderes constituídos?

Ora, dias atrás vimos membros de torcidas organizadas e pessoas ligadas à "antifa" depredarem parte do patrimônio público/privado,  (veja aqui) jogarem pedras em policiais e atearem fogo até em uma Bandeira Nacional, em Curitiba. Tais protestos, no entanto, foram chamados de "democráticos" por grande parte da mídia.

Ao longo das décadas, integrantes do Movimento Sem Terra invadiram propriedades (aqui), muitas vezes armados com facões, facas e porretes, entrando em conflito com proprietários e também com a Polícia, e como tais ações foram retratadas? Democráticas?

Os leitores recordam de quantas vezes alguns dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ou os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, no decorrer desses acontecimentos, se manifestaram em repúdio à violência e vandalismo nessas "manifestações democráticas"?

Parece claro que há uma diferença na forma como a grande mídia e às autoridades do país lidam com a sua população, favorecendo e cobrando o cumprimento da Lei não para todos, como diz a Constituição Federal, mas para alguns apenas, especificamente, os que atendem a determinados interesses.

Resta saber até que ponto o Brasil chegará para que algo contundente seja feito de forma legal, antes que seja tarde demais e já não reste nada a fazer, senão a conformidade com um Estado Totalitário sem Direitos.
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