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"Não sou mãe Dinah, mas prevejo que seu destino na vida pública será enterrado"


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"Não sou mãe Dinah, mas prevejo que seu destino na vida pública será enterrado"

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) rebateu uma declaração feita pelo governador de São Paulo, João Doria, que lhe chamou de "engraxa botas de Bolsonaro" e "Mãe Dináh" nesta quarta-feira (10) durante uma coletiva de imprensa.

A crítica do governador se deve às acusações de que a deputada teria "vazado" a deflagração de uma operação da Polícia Federal em alguns estados do país, como o Rio de Janeiro, contra um suposto esquema de fraudes na saúde.

"Ela prefere cumprir o papel de 'Mãe Dináh' ao invés do papel de parlamentar. Trata a PF como polícia privada", disse Dória. "Não tem cargo nem mandato na PF, muito menos para ser porta-voz da polícia. Se ela estiver exercendo ilegalmente essa função, estamos falando de uma polícia política", afirmou o tucado.

Usando um tom depreciativo e agressivo contra uma parlamentar mulher, Doria continuou: "O estado de São Paulo não precisa de vitrola parlamentar ideológica e nem de uma deputada que prefere engraxar as botas dos militares, principalmente do seu chefe, o presidente da república."


Zambelli responde Doria


Carla Zambelli, por sua vez, rebateu a crítica grotesca de João Doria, alertando que a carreira política do mesmo poderá ter um fim trágico.

"Sobre a fala do AINDA governador João Doria, digo que prefiro engraxar as botar dos militares, inclusive do meu marido, que é o melhor deles, do que os sapatos do Fruta", afirmou Zambelli, aparentemente em referência ao deputado Alexandre Frota.

"E cuidado! Não sou mãe Dinah, mas prevejo que seu destino na vida pública será enterrado", rebateu Zambelli.
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