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Felipe Neto comemora bloqueio de conta de bolsonaristas: "Agentes de fake-news"


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Felipe Neto comemora bloqueio de conta de bolsonaristas: "Agentes de fake-news"

Ao menos 17 contas no Twitter, de pessoas ligadas à base de apoio do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais foram bloqueadas nesta sexta-feira (24), após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

A decisão faz parte de um inquérito de investigação que tramita na Corte, o qual apura o suposto patrocínio de fake news nas redes sociais. O processo, no entanto, é alvo de fortes críticas nas redes tanto no meio político, quanto no jurídico.

Tiveram os perfis censurados Allan dos Santos; Bernardo Küster; Edgard Corona; Edson Salomão; Eduardo Fabris Portella; Enzo Momenti; Luciano Hang; Marcelo Stachin; Marcos Bellizia; Otavio Fakhoury; Paulo Bezerra; Rafael Moreno; Reynaldo Bianchi Junior; Roberto Jefferson; Rodrigo Ribeiro; Sara Winter; e Winston Lima.

O youtober Felipe Neto, um dos principais defensores do inquérito, comemorou através da sua conta no Twitter o ato considerado censura e ataque à liberdade de expressão pelos aliados do presidente Jair Bolsonaro.

"Hoje é um dia de vitória. Diversos perfis do Twitter de agentes de fake-news, ódio e destruição de reputações foram desligados, a pedido do STF", escreveu Felipe. A posição do youtuber, no entanto, é contraditória.

Isto porque, esta semana o próprio Felipe Neto disseminou uma fake news, ao afirmar que a ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu a retirada de alunos da escola tradicional para incluí-los no ensino domiciliar, ou homeschooling.

"Pra quem tá perguntando, sim, ano passado a Damares começou uma peregrinação para famílias brasileiras poderem tirar crianças da escola e ensinarem em casa. Ela defendeu esse método com mto afinco. Dps da pandemia, parou. Qd viu o povo lidando com a realidade do home-schooling", escreveu Felipe.

Damares respondeu o youtuber, explicando que nunca defendeu a retirada de alunos da escola, mas sim a autonomia dos pais em poder escolher dois modelos de educação.

"Mais uma vez espalhando notícias falsas. Não fiz peregrinação de nada. O ensino domiciliar será (mais) uma opção para as famílias, nunca defendemos como obrigação. E não paramos nada. O PL está no Congresso e o apoiamos. Temos feito toda a articulação para que seja aprovado", rebateu Damares.

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