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Ex-coordenadora: "O MBL é uma seita cujo objetivo final é eleger o Kim presidente"


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"O MBL é uma seita cujo objetivo final é eleger o Kim presidente", diz ex-membro

Movimento Brasil Livre (MBL) desde o início do governo Bolsonaro deu sinais de que poderia se transformar em oposição, o que se consolidou ao longo do tempo ao ponto de ser visto atualmente por aliados do Planalto como parte da "nova esquerda" no país.

Essa visão tem sido reforçada por discursos de ex-integrantes do MBL, como a ex-coordenadora Cris Viviani, que concedeu uma entrevista ao jornalista e analista político Rodrigo Constantino para falar sobre a sua experiência durante o tempo que ajudou o movimento.

Recentemente outro ex-integrante, que também atuou na coordenação do MBL, chamado Paulo Filippus, também criticou o movimento durante entrevista para Constantino. Viviani, no entanto, foi além das críticas convencionais e acusou os políticos do grupo de integrarem "uma seita".

“Pra mim hoje está desenhado que o MBL é uma seita cujo objetivo final é eleger o Kim presidente (…) E para isso estão dispostos a vender a alma dele ou de quem quer que seja, até mesmo de pessoas que dependem de uma lagoa que é uma referência Mundial”, disse Viviane.

Assista abaixo, após o minuto 48:08:

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