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Presidente da Polônia diz que o ativismo LGBT é uma ideologia pior que o comunismo


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Presidente da Polônia diz que o ativismo LGBT é uma ideologia pior que o comunismo
Presidente da Polônia. Reprodução: Google

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, está em campanha eleitoral, buscando um novo mandato em seu país. Para isso, ele tem reforçado a sua visão conservadora, onde a crítica ao ativismo LGBT é um ponto marcante desde a sua primeira eleição.

Em declarações a apoiadores em Brzeg, no sudoeste da Polônia, Duda disse que "os pais são responsáveis ​​pela educação sexual de seus filhos" e "não é possível que nenhuma instituição interfira na maneira como os pais criam seus filhos".

Em 10 de junho, ele assinou uma "Carta da Família" de propostas eleitorais, incluindo promessas de impedir que casais gays se casem ou adotem crianças e de proibir o ensino sobre questões LGBT nas escolas, segundo informações da BBC.

A visão do presidente da Polônia lembra a do brasileiro, Jair Bolsonaro, que também é contrário à chamada "ideologia de gênero", pauta que ganhou repercussão nacional entre os anos 2012 e 2013, quando o então deputado federal criticou a intenção de ser distribuído nas salas de aula um material batizado de "kit gay".

No caso de Duda, se referindo ao ativismo LGBT, ele disse que a geração de seus pais luta contra a ideologia comunista há 40 anos e "eles não lutaram por isso, para que uma nova ideologia parecesse ainda mais destrutiva".

"Eles não lutaram para que agora aceitássemos que outra ideologia, ainda mais destrutiva para o homem, surgisse, uma ideologia que, sob os clichês de respeito e tolerância, esconde profunda intolerância", destacou o presidente.

Para Robert Biedron, adversário na campanha eleitoral contra Duda, a "Carta da Família" assinada pelo atual presidente seria "um documento radical que divide a sociedade polonesa, introduzindo padrões que lembram os tempos mais brutais da história da Polônia e da Europa."




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