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Diretora da OMS é contra vacina obrigatória: "Não se recomenda medidas autoritárias"


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Diretora da OMS é contra vacina obrigatória: "Não se recomenda medidas autoritárias"


A discussão sobre a obrigatoriedade ou não da vacina contra o novo coronavírus foi parar no conhecimento da Diretora-assistente da área de medicamentos e produtos de saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), a brasileira Mariângela Batista Galvão Simão.


Em uma entrevista para a CNN Brasil, ela argumentou que a vacina contra o covid-19 não deve ser obrigatória, apesar da decisão caber a cada país e seus respectivos governos. 


"A OMS defende que isso é para cada país decidir. Mas em uma situação que você está falando com adultos, que têm capacidade de discernimento para fazer escolhas informadas, não se recomenda medidas autoritárias", disse ela.


Ela frisou ainda que "até porque é difícil fiscalizar. Vai depender da situação interna de cada país, mas é de difícil implementação", informou o Bol.


Em outras palavras, medidas de conscientização são mais eficazes e - diga-se de passagem - eticamente mais adequadas ao lidar com uma população adulta. A fala da especialista corrobora com a visão do presidente Jair Bolsonaro, que também é contra a vacinação obrigatória da população.

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