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Bolsonaro dá sinais de estresse e cansaço: "Não tem paz para absolutamente nada"


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Bolsonaro dá sinais de estresse e cansaço: "Não tem paz para absolutamente nada"


O presidente Jair Bolsonaro fez algumas declarações preocupantes esta semana, indicando sinais de estresse e cansaço devido aos constantes ataques da oposição, bem como ao cenário geopolítico que poderá pressionar o Brasil de forma negativa ainda durante o seu mandato.


No sábado, durante uma live atípica, ele já havia declarado que não garante que irá se recandidatar no futuro. “Não sei se vou ser candidato à reeleição, está muito longe ainda, 22 (2022, ano da eleição). E resolvi não participar ativamente das eleições municipais porque eu tenho o Brasil para administrar”, afirmou o presidente.


Já na última terça-feira, durante um discurso em uma cerimônia de lançamento para um programa de retomada turística, Bolsonaro fugiu do tema em questão e começou a fazer uma espécie de desabafo ao falar das dificuldades de governar.


“É problema o tempo todo. Não tem paz para absolutamente nada. Não posso tomar um caldo de cana na rua, comer um pastel”, afirmou, dizendo que a cadeira presidencial parece ser feita de “criptonita ou formigueiro”.


Na sequência, o presidente citou a retomada da esquerda em alguns países vizinhos, como Argentina e Bolívia, citando-os como exemplo do que pode acontecer com o Brasil em 2022, dando a entender que enquanto a esquerda se fortalece, a direita enfraquece.


“O Macri é história. Não conseguiu implementar as suas políticas, começou a levar pancada dos seus seguidores, como eu levou também. E aí voltou a turma da Kirchner, Dilma, Maduro, Evo [Morales] que já está de volta na Bolívia. E agora como é que fica a situação? (…) O Brasil não pode ir para esse lado, meu Deus do céu”, disse ele, completando que “não haverá outra oportunidade para mudar o destino do país”, segundo a Veja.


Foi nesse contexto de aparente exposição de estresse que o presidente lembrou ainda da possível eleição do esquerdista Joe Biden, nos Estados Unidos, o qual já fez ameaças diplomáticas ao Brasil usando como pecha a questão climática na Amazônia.


Em resposta ao democrata, Bolsonaro declarou: “Só na diplomacia não dá. Depois que acabar a saliva, tem que ter pólvora. Não precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem."
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